Balanço semestral de 290 mil fiscalizações

13 de julho de 2023, às 15h54 –
Tempo de leitura aproximado: 3 minutos

Seis meses foram o suficiente para o Crea-SP atingir praticamente a metade da meta de fiscalização do ano. Sim, o Conselho chegou em 290 mil ações fiscalizatórias no primeiro semestre de 2023, diante do objetivo anual de 600 mil. O balanço engloba operações realizadas nos 645 municípios paulistas em todas as atividades de Engenharia, Agronomia e Geociências.

A superintendente de Fiscalização do Conselho, Eng. Maria Edith dos Santos, comemora o resultado e destaca o fortalecimento do papel fundamental das operações para a segurança das pessoas. “Mês a mês, ano a ano, intensificamos o nosso trabalho no intuito de minimizar riscos, pois é isso que alcançamos quando é certificada a participação de profissionais habilitados em atividades da área tecnológica, que são atividades presente no cotidiano. Esta é a nossa função social”, afirma.

De 2021 para 2022, por exemplo, o crescimento no número de fiscalizações foi de 160%, quando o Crea-SP consolidou um recorte histórico de mais de 462 mil ações fiscalizatórias. “Isso representa um avanço de valorização profissional porque, quando a sociedade reconhece a importância do engenheiro, agrônomo, geocientista e tecnólogo, passa a exigir a presença desses profissionais e a buscá-los”, ressalta o presidente do Conselho, Eng. Vinicius Marchese.

Ações recentes

As Operações Integradas em Defesa das Águas (OIDAs), realizadas pelos agentes fiscais do Conselho em parceria com órgãos públicos municipais e estaduais, é um exemplo do quão importante é esse tipo de atuação fiscalizatória. No caso das OIDAs, o reflexo é imediato por intervir nos impactos da ação antrópica no meio ambiente, em especial nas áreas de proteção de nascentes e mananciais, a exemplo da ação realizada com o Grupo de Fiscalização Integrada (GFI) Billings, no município de Ribeirão Pires, que, na última semana, verificou as condições de conservação do Jardim Planteucal e Chácara Icatuaçu e identificou construções ilegais com apoio também de imagens de satélite. O modelo de operação foi, inclusive, tema de reportagem da 8ª edição da Revista CREA São Paulo, disponível para leitura e download aqui.

Outro tipo de fiscalização que, muitas vezes, pode passar despercebido pela sociedade é a vistoria da presença de responsáveis técnicos na fabricação, montagem, instalação e manutenção de parques de diversões. Isso porque, os brinquedos, por utilizarem mecânica, elétrica e até hidráulica, em alguns casos, requerem a atenção de profissionais habilitados para garantir a segurança do público. Em casos de incidentes, como o que ocorreu recentemente em São Vicente, no litoral paulista, onde foi realizada uma diligência para apurar a situação, os agentes fiscais entram em ação para averiguar a responsabilidade pelos equipamentos e cumprimento das normas técnicas.

 

Produzido pela CDI Comunicação

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