
20/10/2023: Purificadores de Ar / Inteligência Artificial / Tinta Viva


Uma tinta inovadora, contendo bactérias produtoras de oxigênio, promete embelezar e proteger objetos e prédios e ainda capturar dióxido de carbono (CO2), contrapondo-se às emissões de gases de efeito estufa produzidos pelo homem, começa matéria publicada pelo site Inovação Tecnológica. E, apesar de seu componente biológico, Suzanne Wilson e seus colegas da Universidade de Surrey (Reino Unido) afirmam que a tinta – que a equipe chama de biorrevestimento – é resistente o suficiente para ser usada em ambientes extremos, inclusive no espaço. Biorrevestimentos são um tipo de tinta à base de água que envolve bactérias vivas ultrarresistentes em camadas. Além de capturar carbono, essas finas camadas também podem servir como biorreatores ou como biossensores. O material desenvolvido agora, batizado de “Tinta Viva Verde”, emprega a Chroococcidiopsis cubana, uma bactéria que faz fotossíntese captando CO2 para produzir oxigênio. A espécie é geralmente encontrada no deserto e precisa de muito pouca água para sobreviver – ela é, na verdade, classificada como um extremófilo, um ser que consegue sobreviver a condições extremas.
19/10/2023: Mármore travertino romano / Pseudogravidade / Observatório Submarino / Carros Solares
Um dos principais edifícios em mármore travertino romano no Centro de São Paulo é o Edifício Matarazzo, conhecido como Banespinha. Construído em 1939, foi projetado pelo arquiteto italiano Marcello Piacentini para ser a sede das Indústrias Matarazzo, e têm a fachada e o hall interno revestidos de travertino. O Obelisco do Ibirapuera, o maior monumento da cidade, com 72 metros de altura, é constituído externamente de travertino romano e o interior tem, além do travertino romano, o mármore carrara. Para conhecer mais sobre a utilização do travertino romano no patrimônio foi disponibilizado um StoryMaps no site do Geohereditas, Núcleo de Apoio à Pesquisa em Patrimônio Geológico e Geoturismo, no Instituto de Geociências (IGc) da USP. O roteiro mostra a importância dessa rocha sedimentar. O Coliseu Romano, construído entre os anos 70 e 80 a.C., com mais de 100 mil m², tem cerca de 200 mil blocos de travertino romano, demonstrando a alta durabilidade do material, relata o Jornal da USP. O travertino é uma rocha carbonática continental, precipitada quimicamente e formada em nascentes, infiltrações, córregos, rios e, ocasionalmente, em lagos. É constituído por calcita e aragonita e tem cor bege clara, com cavidades que formam faixas. Travertino é um termo em italiano, derivação de ‘lapis tiburtinus’, que significa ‘pedra de Tibur’ em latim – Tibur é um nome antigo da atual cidade de Tívoli, a 30 km de Roma.

Cientistas da China anunciaram que vão construir o primeiro telescópio de neutrinos em mar profundo. O maior observatório submarino do mundo ficará no Mar da China Meridional, no Oceano Pacífico, e poderá descobrir a origem dos raios cósmicos, reporta a Galileu. O Trident (Telescópio de Neutrinos em Águas Profundas Tropicais) faz parte de uma iniciativa liderada pela Universidade Jiao Tong, de Xangai. Os planos de construção foram detalhados na revista Nature Astronomy. O observatório, que será o maior detector de neutrinos do mundo, ficará ancorado no leito do mar, a 3,5 km de profundidade, e escaneará a água circundante em busca dos flashes de luz gerados quando neutrinos cósmicos colidem com moléculas de água. Os neutrinos estão entre as partículas subatômicas mais abundantes no universo, com centenas de trilhões emanando do Sol e passando por nossos corpos a cada segundo. Esses ‘viajantes fantasmas’ vagam eletricamente neutros pelo cosmos. “Os neutrinos, conhecidos pela capacidade de penetrar a matéria, podem escapar de eventos cósmicos intensos, como explosões de supernovas e erupções de buracos negros”, conta Jing Yipeng, líder do projeto. Segundo o cientista, isso torna essas partículas ideais para estudar os fenômenos do universo e da física fundamental. Os neutrinos também estão presentes nos raios cósmicos que bombardeiam constantemente a atmosfera da Terra.
Os ganhos previstos com a eletrificação dos transportes – carros e caminhões com motores elétricos, em vez de motores a combustão – podem não se concretizar totalmente se a eletricidade usada para carregar as baterias também não vier de fontes limpas ou renováveis, começa matéria do site Inovação Tecnológica. Para mensurar esse impacto, uma equipe de pesquisadores da França, Luxemburgo e Portugal decidiu estudar o impacto do uso de painéis solares integrados aos próprios veículos elétricos, recarregando suas baterias sem precisar plugar o carro na tomada. Além de reduzir as emissões de CO2 associadas à geração de eletricidade, a integração de módulos fotovoltaicos aos veículos elétricos permite reduzir os custos e a frequência de recarregamento das baterias. Ou seja, há benefícios para a natureza, para os donos dos carros e para a própria rede elétrica. Como esperado, o estudo também constatou que os locais mais favoráveis para veículos movidos a energia solar são cidades mais próximas ao Equador, mas há ganhos menores para geografias com menores níveis de insolação. As perdas associadas a sombreamentos na cidade ficam na ordem dos 25%, portanto relevantes, mas não impeditivos para a disseminação em larga escala desta solução.
18/10/2023: Suporte para Navios / Identificação de Contaminação / SNCT / Caju e Hidrogênio / Amônia Verde / Investimento em Tecnologia
Manobrar um navio de grande porte é uma tarefa complexa e arriscada. Essas embarcações podem ter mais de 300 metros de comprimento e mais de 100 mil toneladas. Para auxiliar o trabalho dos práticos, profissionais que conduzem o navio aos portos, uma startup de São Paulo desenvolveu um equipamento portátil de alta precisão, com hardware e software integrados, que transmite informações em tempo real por meio de uma plataforma inteligente, reporta a Agência Fapesp. A Navigandi, especializada no desenvolvimento de equipamentos marítimos, criou o Orbis, um equipamento capaz de fornecer posicionamento, velocidade, taxa de guinada e aproamento. Possui receptor de dois canais que fornece informações provenientes de embarcações. O engenheiro André Seiji Sandes Ianagui, um dos fundadores da empresa, é pesquisador no Tanque de Provas Numérico, um laboratório que possui um centro de simulações para projetos e testes de embarcações e materiais. Na primeira fase, concluída em 2021, os pesquisadores desenvolveram o protótipo, que pesa pouco mais de um quilo. O equipamento possui precisão centimétrica: garante precisão de 0,01°no direcionamento da proa. “Na segunda fase, estamos refinando a parte do software de controle e trabalhando na requisição de todas as certificações internacionais necessárias. O principal desafio são as dificuldades técnicas relacionadas às imagens das cartas náuticas apresentadas pelo software”, explica o engenheiro.
Usar uma máquina de café espresso para detectar a presença de contaminação por petróleo em pescados foi a ideia inovadora de cientistas brasileiros, que ganhou reconhecimento internacional, destaca Um Só Planeta. O estudo é uma colaboração entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária no Rio Grande do Sul, e resultou em metodologia inédita para analisar a contaminação de pescado com petróleo. A técnica para identificar a contaminação usa máquinas de cápsula de café espresso adaptadas para extrair os contaminantes do pescado para a análise e teve atestado um alto índice de precisão e confiabilidade. O Ministério da Agricultura e Pecuária adotou como método para determinar a presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) em pescado. Segundo os autores do estudo, a metodologia já foi reconhecida por órgãos internacionais de controle sanitário, como o Departamento de Agricultura dos EUA e a International Spill Control Organization (ISCO). A criação do método teve acompanhamento da União Europeia. Com nível de confiança em 95%, já pode ser reproduzido por outras universidades e laboratórios.


A fabricante de fertilizantes Yara vai trocar o gás natural de origem fóssil por biometano em sua planta de Cubatão, onde fabrica amônia, que passa a ser ‘amônia verde’ ou ‘amônia de baixo carbono’, relata o Nova Cana, que reproduz reportagem do Estadão. O processo começa com 3% do total consumido e mira em 2030 para atingir 100%. A etapa de troca começa no primeiro semestre de 2024. A Yara é um dos maiores consumidores de gás natural no estado de São Paulo e o insumo responde por 80% do custo variável na produção da amônia. Com o biometano, a companhia estima que vai cortar 80% da emissão de gases de efeito estufa da unidade de Cubatão. O biometano será produzido pela Raízen e distribuído pela Comgás. A amônia é matéria-prima para fertilizantes nitrogenados e serve como combustível para trens e caminhões. É usada também como elemento de explosivos para mineração. Na fabricação da amônia, o gás é usado como combustível e como matéria-prima. A Yara usará biometano produzido a partir da vinhaça e da torta de filtro, subprodutos da fabricação de etanol. A fábrica da Raízen, em Piracicaba, está na fase final de conclusão. Na fábrica de Cubatão, o biometano terá suas moléculas divididas em metano, gás carbônico e impurezas. Do metano, separa-se o hidrogênio, que, combinado com nitrogênio, forma a amônia. O gás carbônico é capturado e fornecido para indústrias de alimentos e bebidas, como cerveja e refrigerantes. Também serve para a produção de gelo seco.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), vai investir R$ 60 milhões na criação do Centro de Competência Embrapii em Tecnologias Quânticas. O Senai Cimatec, em Salvador, foi anunciado nesta terça-feira (17) como a instituição selecionada para liderar a iniciativa. Os recursos investidos são originários do Programa Prioritário IoT ― manufatura 4.0, do MCTI, no âmbito da Lei de Informática (Lei de TICs), informa o portal do governo federal. As tecnologias quânticas são uma nova área de conhecimento que vai ajudar a sociedade a solucionar problemas altamente complexos mediante novas formas de computação, comunicação e sensores. Entre as aplicações da tecnologia estão o desenvolvimento de novas fontes de energia limpa, monitoramento de mudanças climáticas no planeta, desenvolvimento de novas vacinas de forma mais rápida e precisa e segurança na comunicação de dados. O contrato com o Senai Cimatec será de 42 meses e prevê pesquisa e desenvolvimento em tecnologias quânticas, formação e capacitação de RH para atividades de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) e criação de um ambiente de inovação aberta para criação e atração de startups.
17/10/2023: MOQBA / Desenvolvimento de Bateria / Protocolo para Queijos / Bateria Natural / Pavimentação da Lua
A Suzuki vai apresentar na feira Japan Mobility Show 2023, que começa no dia 26, o MOQBA (‘Modular Quad Based Architecture’), um veículo modular compacto com quatro rodas e pernas articuladas que tem a capacidade de subir escadas sozinho, reporta o Olhar Digital. Essa função inclui pessoas que lidam com problemas de locomoção como público-alvo do equipamento. Assim como um quadriciclo comum, o veículo-conceito tem assento e guidão. O chassi fica conectado a um par de trilhos, cada um equipado com duas pernas articuladas e rodas. Além do uso para deslocamentos diários, o MOQBA também pode servir como cadeira de rodas ou até mesmo veículo de entregas. O design compacto permite trafegar em locais onde carros ou motocicletas não entram, característica útil em emergências. 

Existe uma fonte de energia limpa, renovável e praticamente inexplorada ao longo de todas as regiões costeiras do mundo: a diferença de salinidade entre a água do mar e a água doce dos rios que deságuam no mar. No local onde um rio ou córrego deságua no mar, é encontrada uma bateria de íons de sódio feita pela própria natureza, só que as tentativas de extrair eletricidade têm-se mostrado um desafio difícil de vencer. Mas um novo dispositivo nanofluídico, criado na Universidade de Illinois, nos EUA, trouxe novas esperanças de converter o fluxo iônico da energia entrópica em energia elétrica utilizável. A ferramenta possui uma membrana semicondutora em nanoescala que aproveita o fenômeno chamado “arrasto de Coulomb” entre o fluxo de íons e de cargas elétricas. Quando os íons fluem através de um canal estreito no dispositivo, as forças elétricas fazem com que as cargas do dispositivo se movam de um lado para o outro, criando tensão e corrente elétrica. Aí é só plugar os eletrodos, revela o site Inovação Tecnológica.
Estamos presenciando duas corridas atualmente, a espacial e a tecnológica. A engenharia vem apresentando, mês a mês, novas soluções inovadoras para a construção de infraestruturas. Recentemente, por exemplo, os cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA) apresentaram a proposta de pavimentação da Lua, começa matéria publicada no site Engenharia 360. A ideia é encontrar respostas para alguns desafios relacionados à exploração espacial, mais precisamente aos riscos para os astronautas. A pavimentação da Lua, ou melhor, de regiões específicas e estratégicas, facilitaria algumas tarefas que precisam ser desenvolvidas no satélite natural. Sendo essa uma obra de infraestrutura duradoura, reduziria a necessidade de transporte de materiais da Terra e tornaria a exploração lunar mais sustentável. Mas, é importante esclarecer a verdadeira razão por trás dessas propostas: a transformação da poeira lunar em materiais sólidos. Tal poeira, pegajosa e danosa, é bastante prejudicial para as explorações, danificando equipamentos e a saúde dos astronautas. Surpreendentemente, a ideia é que isso seja feito usando lasers que concentram raios solares. Nesse processo, os lasers seriam focados sobre a poeira lunar para a criação de materiais sólidos semelhantes a vidro, que poderiam ser moldados em ladrilhos triangulares robustos para pavimentar estradas e superfícies na Lua.
16/10/2023: Geoglifos na Amazônia / Aviões com SAF / Drones Autônomos / Novo Combustível Líquido / Alimentos em Laboratório / Evento Tecnológico / Turbina Eólica
Pesquisas nas últimas três décadas indicam que o Brasil foi habitado em vasta extensão antes da chegada do colonizador português. Um artigo publicado na revista Science, assinado por 230 pesquisadores, estima que existam entre 10 mil e 23 mil estruturas que indicam presença humana pré-colombiana no território da floresta amazônica, reporta Um Só Planeta. As conclusões partiram de um mapeamento feito com sensores dotados da tecnologia óptica Lidar (detecção de luz e medida de distância). Acoplado a um drone ou um veículo aéreo, o equipamento emite milhares de pulsos laser por segundo e, a cada pulso, calcula uma medida de distância. “É quase como uma radiografia”, explica o geógrafo Vinicius Peripato, primeiro autor do estudo. De cima, em áreas já desmatadas na parte oeste da Amazônia, é possível observar formas geométricas no solo, chamadas de geoglifos. Arqueólogos mostraram que as formas geométricas foram locais de importância religiosa. O pesquisador desenvolveu um modelo matemático para estimar quantos seriam e onde estariam outros geoglifos. Ele cruzou os dados fornecidos pelo sensor Lidar com informações de outras 937 estruturas arqueológicas já conhecidas e calculou que existam 10.272 estruturas pré-colombianas ainda não descobertas, podendo chegar a 23.648 na floresta inteira – território de 6.700 km². Os indícios de presença humana na região datam de 12 mil anos atrás.
A Embraer informou no domingo (15) que testou com sucesso seus jatos executivos Phenom 300E e Praetor 600 com combustível de aviação 100% sustentável (SAF). Os testes foram realizados nas instalações da Embraer em Melbourne, nos EUA, onde os modelos são fabricados, e forneceram informações significativas sobre o desempenho dos sistemas de um motor ao utilizar misturas de até 100% SAF, fornecidas pela World Fuel, destaca o Aeroin. Os testes contaram com a colaboração dos fornecedores de motores e sistemas de combustível Honeywell Aerospace, Pratt & Whitney Canada, Parker e Safran. O SAF é uma fonte de energia renovável que pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 80%, quando comparado com o combustível de aviação tradicional. A meta do setor aeroespacial é zerar emissões até 2050. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer são aprovadas para utilizar uma mistura de até 50% de SAF com o querosene de aviação (Jet A1), com base nas especificações ASTM International. Especificações futuras, que permitam combustíveis até 100% de SAF, podem maximizar o potencial de redução de emissões mediante uso de fontes sustentáveis e não fósseis.
A empresa chinesa EHang anunciou que recebeu o certificado de tipo de aeronavegabilidade do órgão de aviação civil da China para seu drone totalmente autônomo, o EH216-S AAV. Esse certificado permite que a empresa voe com veículos de decolagem e pouso vertical (eVTOL) na China, registra Olhar Digital. A EHang se torna a primeira empresa do mundo a receber tal autorização. O CEO da EHang, Huazhi Hu, revelou que, no próximo ano, eles pretendem expandir as operações para o exterior, e que estão avaliando qual cidade chinesa será escolhida para o primeiro voo comercial de táxi aéreo com passageiros. A empresa já recebeu mais de 1,2 mil pré-encomendas do EH216-S, incluindo pedidos de empresas como Japan AirX, Malaysian Aerotree e Prestige, da Indonésia. A notícia coincide com a permissão de circulação de robôs-táxis autônomos nas ruas, cobrando tarifas do público. A EHang enfatizou as diferenças entre táxis autônomos terrestres e drones autônomos: enquanto os carros têm de fazer curvas nas interseções, os drones voam diretamente entre dois pontos no ar. 


O alemão Horst Bendix, engenheiro aposentado de 92 anos, criou uma turbina eólica que tem potencial para ser até três vezes mais eficiente do que os modelos convencionais atualmente em uso, relata Petrosolgas. Um dos problemas que as turbinas eólicas enfrentam é a flexão, que tende a dobrar objetos sujeitos a forças perpendiculares. As forças de flexão tornam quase impossível a construção de eólicas de 300 metros. A Haliade-X 14, a maior do mundo, operando em Roterdã, tem 260 metros. Para atingir até 400 metros, Bendix propõe substituir a torre por uma construção composta por uma coluna vertical e duas colunas de suporte. A outra inovação é que o gerador de eletricidade não está na nacele, compartimento que abriga elementos mecânicos e elétricos. Na patente Bendix, há vários geradores menores na parte inferior, onde recebem a energia fornecida pela rotação das lâminas mediante um sistema de correias, como uma corrente de bicicleta. Isso permite que o rotor e as pás sejam colocados a altura maior ― com menos peso, a estrutura ‘sofre’ uma força de flexão menor. Ao reduzir a carga na parte superior, a turbina fica mais estável. A construção está sempre alinhada com o vento: a torre repousa sobre uma base que gira automaticamente, para aproveitar ao máximo as correntes.














