Novas diretrizes de ensino pretendem modernizar currículos

26 de junho de 2019, às 10h31 –
Tempo de leitura aproximado: 3 minutos

Cerca de 150 agentes da comunidade acadêmica e da indústria participam em Brasília/DF, nos dias 25 e 26/6, na sede do Conselho Nacional de Educação, do X Fórum de Gestores das Instituições de Educação em Engenharia.

Com o tema “Implantação das novas diretrizes curriculares para a Engenharia”, o evento é realizado pela Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge), com apoio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), do Conselho Nacional de Educação (CNE) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Conselheiros do Crea-SP participam do encontro: o diretor de Educação, Engenheiro Marcelo Alexandre Prado; o coordenador da Comissão Especial de Empreendedorismo e Inovação Tecnológica, Geólogo Sebastião Gomes de Carvalho; e o Engenheiro Alceu Ferreira Alves, também membro da Comissão.

Em vigor desde o final de abril, as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação em Engenharia pretendem tornar o ensino mais moderno e alinhado às exigências da era digital. O objetivo é que o Brasil forme engenheiros preparados para desenvolver produtos mais competitivos nos mercados nacional e internacional.



A modernização das engenharias é uma Iniciativa conjunta do movimento Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), ABENGE, CNI e CONFEA/CREAs, responsáveis pelas propostas de mudanças na formação de profissionais, em parceria com o Ministério da Educação. A formação por competências, a aprendizagem prática, uma maior flexibilidade no currículo e a proximidade com o ambiente profissional são algumas das mudanças aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

Ao lado de representantes de empresas, instituições de ensino e entidades de profissionais, o Crea-SP integra o Grupo de Trabalho das Engenharias, criado pelo MEI para elaborar o texto das novas DCN.



Os próximos passos do grupo sinalizam para o aprimoramento do sistema de avaliação dos cursos de Engenharia, valorizando iniciativas inovadoras de instituições de ensino que priorizem, por exemplo, o desenvolvimento de projetos a partir de demandas empresariais, e a elaboração de propostas para estimular a formação de jovens engenheiros nas áreas de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática). Os cursos de engenharia existentes têm o prazo de três anos para a implementação das novas normas.

Para conhecer a resolução que institui as novas DCN, acesse:

http://abmes.org.br/arquivos/legislacoes/Resolucao-CNE-CES-002-2019-04-24.pdf

Produzido pelo Departamento de Comunicação do Crea-SP, com informações da Agência CNI de Notícias e fotos do Confea

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