Engana-se quem confere ao profissional da Meteorologia apenas a tradicional função de prever o tempo, sobretudo como se apresenta na televisão. A expertise analítica do meteorologista o permite transitar por diferentes áreas de atuação, como, por exemplo, a ocupacional, com análises sobre as condições climáticas para orientação dos tráfegos aéreo e marítimo; a radiometeorologia, que se encarrega das influências climáticas no ramo de telecomunicações; e a própria climatologia, modalidade em que se analisam imagens de satélites visando ao máximo de precisão.
Desde que sua profissão foi regulamentada no Brasil, pela Lei nº 6.835, de 14 de outubro de 1980, o meteorologista progride ininterruptamente quando o assunto é tecnologia e capacitação humana, beneficiando setores estratégicos, tanto da esfera pública como da privada, com colaboração direta na expansão dos ramos aeroespacial e marítimo. Apesar do número ainda baixo de faculdades da modalidade, o profissional participa de várias áreas da produção econômica e de infraestrutura, o que torna possível classificá-lo na categoria de serviço essencial à vida moderna.
Se, de acordo com a sabedoria popular, quem não é o maior tem de ser o melhor, os meteorologistas estão tranquilos, uma vez que, trabalhando à base de previsões cada vez mais precisas e seguras, priorizam a qualidade em detrimento da quantidade.
Parabéns, Meteorologistas!
