Em 2014 a Sociedade das Mulheres na Engenharia, do Reino Unido, criou o seu Dia Nacional das Mulheres na Engenharia. A data comemorativa – que visa ao fortalecimento do espaço que as profissionais da área vêm ganhando em um mercado ainda majoritariamente ocupado por homens – ganhou amplitude internacional em 2017, após receber apoio institucional da Unesco em 2016. De lá para cá a celebração do 23 de junho vem ganhando adeptas ao redor do mundo, e não apenas entre as engenheiras, cujo trabalho pelo desenvolvimento sustentável do planeta tem sido reconhecido por mulheres das mais variadas categorias profissionais.
Hoje temos mulheres presidindo grandes nações e ocupando cargos políticos de mesma importância; chefiando programas espaciais em países desenvolvidos, onde também pilotam caças de combate, apoiadas por equipes de manutenção completamente femininas; coordenando instituições como a Câmara de Comércio França-Brasil, em projetos de ampliação do horizonte profissional e formação de meninas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática; estrelando na arte, cultura e educação, além de praticamente todas as modalidades esportivas, olímpicas ou profissionais, como também nas Forças Armadas.
Mas as mulheres da Engenharia também comandam hoje organizações públicas e privadas, tanto nos escritórios como nos canteiros de obra, donas de uma sensibilidade humana e administrativa jamais disputada pelos homens que conhecem seu poder nesse item. Hoje, como nunca, elas estão em postos-chave do Sistema Confea/Crea, e o Conselho paulista acredita que sua escalada socioeconômica não tem mais volta, da mesma forma em que aposta em sua competência transformadora, que levará, em novos formatos, a Engenharia brasileira aos patamares de Primeiro Mundo.
Parabéns, mulheres da Engenharia!
