A jovem estudante quer se tornar uma engenheira de petróleo, mas tem medo que a profissão se desvalorize com as atuais oscilações econômicas e políticas no setor. Crise na Petrobras, altas no preço do barril de petróleo, as indecisões na esfera governamental, tudo parece concorrer para a desvalorização da profissão. Embora o Engenheiro de Petróleo seja, desde 2000, um profissional muito requisitado pela indústria, estudiosos afirmam que o mercado petrolífero está em constante oscilação, passando por altos e baixos determinados pela economia mundial, e que nenhuma profissão passa imune pelas crises de mercado. O que é certo é que as crises passam e a escolha da profissão fica para o resto da vida.
A atividade que combina Engenharia, Geologia e Mineração e cujo conhecimento é amplo o suficiente para que seus engenheiros atuem em todas as etapas dos processos de extração e produção de petróleo e gás, talvez por décadas ainda, comemora este 29 de junho no Brasil na 12ª posição do ranking de maiores produtores de petróleo do mundo, com cerca de 2,5 milhões de barris/dia. O petróleo é responsável por 32,9% do consumo global de energia e por 47% do consumo brasileiro, ou seja, ainda é fundamental para a sociedade moderna. Em 2006 a Petrobras anunciou o Pré-Sal, colocando o País entre os detentores de grandes reservas. Um dia elas vão acabar, mas o Brasil ainda precisa que os engenheiros de petróleo acreditem no Brasil.
Parabéns, Engenheiros de Petróleo!
