O Engenheiro Militar é responsável por dar apoio estratégico às ações das Forças Armadas e pelos cálculos usados, por exemplo, na construção de pontes, estradas e edificações sociais. Ou seja, são peças-chave para o desenvolvimento nacional, principalmente a partir da sua presença nas mais remotas localidades, onde o mercado não costuma atuar e as estruturas públicas quase sempre são precárias.
Pioneiros da Engenharia no Brasil, com a abertura das primeiras instituições de ensino e a construção de fortificações, embarcadouros e vias de acesso aos pequenos centros urbanos da época, os profissionais da área são formados pelo Instituto Militar de Engenharia – IME, estabelecimento de ensino superior que também fomenta pesquisas básicas, inclusive para civis. Em 2018 mais de 5.000 candidatos se inscreveram para as vagas oferecidas para os cursos de Engenharia de Fortificação e Construção, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Comunicações, Engenharia Mecânica e de Armamento, Engenharia Mecânica e de Automóveis, Engenharia de Materiais, Engenharia Química, Engenharia Cartográfica e Engenharia de Sistemas e Computação.
A Engenharia Militar se reveste de crucial importância independente da participação em conflitos armados. A sólida formação de profissionais nessa área específica deve ser levada a sério pela sociedade, considerando os princípios da eficiência, eficácia e efetividade, como garantia de necessárias ações tanto em clima de paz como na guerra. Por isso, não é demais reconhecer que seus centros de formação continuam fazendo a diferença, forjando recursos humanos que orgulham a Engenharia brasileira.
Parabéns, Engenheiros Militares!
