A 12ª Força-Tarefa Nacional de Fiscalização do Sistema Confea/Crea e Mútua, realizada na última semana em Sergipe, reuniu profissionais de 22 Creas para inspecionar 402 estabelecimentos e propriedades em diferentes regiões do Estado. Durante cinco dias, 73 agentes fiscais atuaram de forma integrada em postos de combustíveis, condomínios residenciais e propriedades rurais.
A operação teve como objetivo averiguar a presença de profissionais legalmente habilitados nas atividades técnicas desenvolvidas nesses locais, além de contribuir para o aprimoramento dos procedimentos do Sistema.
Para o presidente do Confea, engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese, as forças-tarefas nacionais consolidam um padrão unificado de atuação. “É com a força das equipes de fiscalização dos Estados que aproximamos os Regionais e garantimos que o exercício seja realizado com rigor”, comentou.
A relevância da participação paulista foi ressaltada pela presidente do Crea-SP engenheira civil Lígia Mackey. “O envio dos nossos agentes fiscais contribui tanto para o fortalecimento da diligência local quanto para o enriquecimento técnico do nosso time, que retorna a São Paulo com novas visões sobre a rotina de campo”, avaliou.
O presidente do Crea-SE, engenheiro civil Dilson Luiz Silva, também pontuou os ganhos do trabalho conjunto. “A ação vai além do treinamento: é uma uniformização de procedimentos, garantindo à sociedade que temos profissionais habilitados à frente de cada serviço”, disse.
As 17 equipes participantes foram divididas em grupos de quatro ou cinco integrantes, cada um coordenado por um representante do Crea-SE. O chefe de fiscalização da Unidade de Gestão de Inspetoria (UGI) Guarulhos, tecnólogo em Gestão Ambiental e Segurança do Trabalho Rubens Roque Moraes, relatou os ganhos operacionais proporcionados pela articulação.
“Tivemos a oportunidade de levar a experiência de São Paulo e trazer a vivência dos demais Conselhos para o nosso Estado. Desde as abordagens aos fiscalizados até a atuação de campo em si, tudo enriquece muito o nosso aprendizado. Isso dá mais qualidade ao nosso trabalho técnico, permitindo conhecer outras realidades e práticas pelo Brasil afora”, detalhou Moraes.
Segundo Carlos Roberto Mendes, agente fiscal da UGI Campinas, os grupos faziam revezamento no preenchimento de relatórios e nas vistorias para que todos pudessem participar, sendo que cada time ficou responsável por cerca de 24 ou 25 pontos. “Todo conhecimento será repassado aos nossos colegas do Crea-SP”, afirmou.
Produzido pela CDI Comunicação com informações do Confea


