Os agrimensores, ao lado dos agrônomos, são os pioneiros no movimento de criação do Sistema Confea/Crea, tendo lutado pela sua instalação já na década de 1920. Após a instalação do Sistema, em 1933, a habilitação em Engenharia de Agrimensura passou a ser exigida pela Lei n° 3.144/57, e em 1964 o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia definiu as atribuições para o exercício profissional na área.
Com a vigência da Lei nº 5.194/66 e com a Resolução nº 218/73 do Confea, a profissão ganhou mais força e hoje os engenheiros agrimensores atuam na demarcação de territórios; elaboração de cartas e mapas de áreas terrestres, náuticas e aeronáuticas; planejamento de redes de saneamento básico, telefonia e eletrificação; georreferenciamento de imóveis; levantamento aerofotogramétrico; instalações de edificações e demarcações de terras em áreas rurais e urbanas, entre outras atividades.
Ao lado de dezenas de outras modalidades do Sistema Confea/Crea, os agrimensores são responsáveis por medir, parcelar, mapear e monitorar os espaços físicos e obras da Engenharia, com grande participação em plantas industriais e nas áreas do agronegócio, além de mapeamento temático, modelagem digital, levantamentos subterrâneos e de túneis. Eles evoluíram dos teodolitos ótico-mecânicos para equipamentos topográficos de grande precisão e confiabilidade na coleta dos dados – e assim continuarão no seu progresso tecnológico e no aprimoramento de sua legislação, para a maior credibilidade do Sistema que representam e o desenvolvimento ético da economia.
Parabéns, Engenheiros Agrimensores!
