A população brasileira já se constitui de uma bela maioria de afrodescendentes – e o adjetivo não se aplica apenas a aspectos quantitativos. A beleza do negro está na cor de sua pele, na força de sua luta, na disposição para a sobrevivência e no desejo da igualdade. Pouco a pouco esse contingente consegue novas vitórias, mas ainda há muito por se fazer neste país que não se aceita como racista. É preciso que a compreensão e a tolerância prevaleçam. É preciso que o amor rompa todas as barreiras do absurdo e a lei não precise ser imposta a qualquer preço. É preciso que a consciência seja de todos e de todas as cores.
