Engenharia e tecnologia transformam São José dos Campos em polo de inovação

De drones que combatem o mosquito da dengue a ônibus 100% elétricos, novo episódio do “Engenharia na Real” mostra iniciativas desenvolvidas na cidade
23 de julho de 2026, às 16h44 –
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Mais do que soluções complexas restritas aos laboratórios, a tecnologia desenvolvida em São José dos Campos tem como foco direto facilitar a vida do cidadão. O município, reconhecido como a primeira “Cidade Inteligente” do país, é o cenário do novo episódio do quadro “Engenharia na Real”, exibido no programa Balanço Geral, da Record TV. A reportagem mostra como a Engenharia local transforma pesquisas científicas em ferramentas práticas para áreas essenciais como saúde, mobilidade urbana e segurança pública.

O grande motor desse avanço é o Parque de Inovação Tecnológica (PIT), o primeiro do Estado. O espaço reúne cerca de 380 empresas e instituições que trabalham em conjunto para criar produtos de alto impacto social, como aplicativos de transporte público em tempo real e monitoramento de consultas médicas.

A engenheira civil Maria Rita Singulano, inspetora-chefe do Crea-SP em São José dos Campos, revela que o foco principal da inovação deve ser sempre o atendimento às necessidades da sociedade.“Nós precisamos saber quais os desafios da população e, a partir daí, desenvolver produtos que o resolvam. Hoje, o cidadão tem acesso a aplicativos que mostram se o ônibus está vindo ou se está atrasado e consegue marcar consultas médicas de forma totalmente digital”, explica

Entre as tecnologias de ponta, um drone sobrevoa terrenos baldios e ferros-velhos aplicando larvicidas em locais de difícil acesso para o combate ao mosquito Aedes aegypti. A cidade também é referência pela Linha Verde de transporte público, projeto pioneiro de corredor de transporte público operado por ônibus 100% elétricos, e por simuladores de voo de alta precisão para o treinamento de pilotos.

Para Maria Rita, o modelo de São José dos Campos comprova que o desenvolvimento urbano inteligente só acontece com o trabalho integrado entre os profissionais da área tecnológica, a gestão pública e a iniciativa privada. “A cidade só é inteligente se for feita para as pessoas. Não adianta desenvolvermos tecnologias se elas não puderem ser aplicadas no dia a dia, e tecnologia é sempre Engenharia. São estes agentes que, juntos, criam produtos que podem ser usados na vida de todos ”, conclui a engenheira.

Produzido pela CDI Comunicação

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