O Crea-SP realizou, na última quarta-feira (24/06), na Sede Angélica, as reuniões dos Comitês de Inovação e Tecnologia e de Bem-Estar e Cidadania. Os encontros reuniram membros dos grupos para debater propostas e ações que contribuam para o aperfeiçoamento das atividades do Conselho e para o fortalecimento do papel social das Engenharias, Agronomia e Geociências.
Entre os destaques do Comitê de Inovação e Tecnologia estiveram discussões relacionadas à agenda de trabalho para 2026, com foco na modernização de processos internos e na otimização dos serviços oferecidos aos profissionais registrados. As pautas abordaram aprimoramentos na fiscalização de Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs) relacionadas ao Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e estudos para a implantação de um chatbot baseado em Inteligência Artificial.
Segundo a coordenadora adjunta do comitê, a engenheira eletricista Érica Alves de Oliveira, a atuação do grupo está voltada à identificação de soluções que beneficiem o Conselho e os profissionais. “Nosso papel é propor melhorias no processo de fiscalização e contribuir para o aprimoramento dos serviços digitais já disponibilizados. Estamos trabalhando em medidas que possam tornar esses recursos mais eficientes e acessíveis”, afirmou.
Já o Comitê de Bem-Estar e Cidadania concentrou os debates em temas relacionados à inclusão, acessibilidade e qualidade de vida da população. As discussões tiveram como base dados e indicadores levantados pelo Infra-BR, índice que avalia o desempenho da infraestrutura em todo o país a partir de diferentes dimensões relacionadas aos serviços públicos e ao desenvolvimento social.
De acordo com o coordenador do comitê, o engenheiro de produção e inspetor do Crea-SP por Rio Claro, Yves Carbinatti, o objetivo é transformar os diagnósticos apresentados pelo estudo em propostas capazes de apoiar a construção de ambientes mais resilientes. “Analisamos os dados para identificar de que forma os profissionais podem contribuir para melhorar os indicadores. É um trabalho baseado em evidências, que busca apontar caminhos para ampliar a inclusão e a acessibilidade”, explicou.
“Queremos consolidar essas análises em um documento que mostre onde estão as oportunidades de evolução e como a área tecnológica pode contribuir com soluções efetivas. Discutir acessibilidade e inclusão é fundamental para construirmos ambientes, serviços e tecnologias que atendam a todos os cidadãos”, concluiu Carbinatti.
Produzido pela CDI Comunicação

