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Diretora do Crea-SP participa de painel sobre acessibilidade

Eng. Lenita Secco Brandão falou sobre legislação e inclusão social em sua apresentação

Na terça-feira, 17/09, a conselheira e diretora financeira do Crea-SP, Eng. Civ. Lenita Secco Brandão, ministrou a palestra “Legislação e Inclusão Social” durante o painel de acessibilidade da 76ª Soea, este ano realizada em Palmas, capital de Tocantins. A vice-presidente do Crea-BA, Eng. Civ. Karen Daniela Miranda, com a apresentação “Edificações Acessíveis”, e a membra da Comissão de Acessibilidade do Crea-PR, Eng. Célia Rosa, falando sobre “Calçadas – Um caminho a ser percorrido”, compuseram o painel moderado pelo coordenador da Comissão de Acessibilidade do Conselho paranaense, Eng. Agr. Edson Perez Guerra.

Logo no início da sua palestra, a Eng. Lenita apresentou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o universo de 36 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida, o que representa cerca de 20% da população do País, e reforçou a importância do conceito de acessibilidade, uma vez que o número de idosos está aumentando. “Em 1980, o Brasil tinha 20% de idosos e 80% de jovens. Hoje, a população idosa chega a aproximadamente 50% da população e em 2050 teremos 25% de jovens e 75% de idosos. Se não nos preocuparmos com a acessibilidade, pensando de forma coletiva e altruísta, iremos nos preocupar de maneira egoísta, já que estamos envelhecendo. Nossa Norma Brasileira [NBR 9050] é bem abrangente e contempla tudo o que é necessário, mas a sua aplicabilidade ainda é limitada”, salientou.

A diretora do Crea-SP também mostrou aos profissionais os sete princípios do desenho universal (ambientes para ser usado por todos, sem necessidade de adaptação), sendo eles o igualitário – uso equiparável, o adaptável – flexibilidade no uso; o óbvio – uso simples e intuitivo; o conhecido – informação de fácil percepção; o seguro – tolerante ao erro; o sem esforço – baixo esforço físico; e o abrangente – dimensão e espaço para aproximação e uso, além de ter explicado que existem três cores diferentes de bengalas para pessoas com deficiência visual: a branca para pessoas com deficiência visual, a branca e vermelha para deficientes visuais e auditivos e a verde para quem tem baixa visão.

Ao final da sua apresentação, Lenita convidou duas pessoas para uma simulação de dois tipos de deficiência. O conselheiro do Crea-SP Eng. Civ. Salmen Gidrão teve os olhos vendados e com o auxílio de uma bengala caminhou por 12 metros. No término da caminhada, o engenheiro descreveu a experiência, afirmando que “tenho parentes com deficiência visual na família e sei o quanto é complicado caminhar nestas condições”. 

Já a Eng. Civ. Nelma Moraes, do Crea-BA, se deslocou em uma cadeira de rodas. “Primeira vez que sentei em uma cadeira de rodas. Essa situação é muito difícil, pois envolve muito jeito e força física”, ressaltou.

Produzido pelo Departamento de Comunicação do Crea-SP – DCOM, com informações da equipe de comunicação da 76ª Soea

Fotos: Jorn. Guilherme Monteiro, Damasceno Fotografia e Marck Castro/Confea

Colaboração: Estagiário Claudio Porto

 


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