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Conservação do solo

GTT recebeu especialistas da Coordenadoria de Defesa Agropecuária

No último dia 16, o Grupo Técnico de Trabalho GTT “Impactos Ambientais nas Zonas Urbana e Rural” deu continuidade às suas atividades recebendo os engenheiros agrônomos José Osmar Bortoletti e Jardel Miranda de Oliveira, especialistas da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (Secretaria de Agricultura e Abastecimento), para falar sobre conservação do solo.

Os integrantes do grupo (Eng. Agr. Nelson de Oliveira Matheus Jr., Eng. Agr. Patrícia Gabarra Mendonça e Eng. Agric. Ricardo Antônio Ferreira Rodrigues) recepcionaram a dupla que, somada, tem mais de 25 anos de experiência na área de defesa agropecuária.

Durante a reunião, os especialistas explicaram detalhadamente o trabalho realizado pela Coordenadoria, responsável por até 1.300 fiscalizações e 300 autos de infração/mês, com estrutura descentralizada presente em 40 escritórios em todo o Estado, só perdendo para a Polícia Militar.

A fiscalização do uso, conservação e preservação do solo agrícola visa ao constante monitoramento das áreas agrícolas do Estado com o objetivo de minimizar os processos erosivos existentes.

Como resultado da aplicação da lei do uso e conservação do solo, está aumentando a fertilidade dos solos recuperados, com a consequente elevação da produtividade e proteção das áreas de preservação permanentes, culminando assim na preservação do meio ambiente.

O trabalho desenvolvido pela Coordenadoria está proporcionando mudanças na maneira de se cultivar o solo, transformando os solos degradados em solos recuperados e protegidos, preparando o Estado para a realização de uma agricultura moderna e sustentável.

Além da possibilidade de se estabelecer uma ação conjunta entre a Defesa e o Crea-SP para ampliar a atuação na área rural, a reunião também apontou para uma possível parceria, via entidades de classe, para o aprimoramento profissional no tocante à elaboração de projetos relacionados à conservação do solo.

Aprimoramento de assuntos

Segundo o Eng. Agr. Nelson Matheus, a constituição do grupo se deu em função de uma série de desafios que existem nas áreas rural e urbana e causam inúmeros impactos ao meio ambiente, com o objetivo de propor soluções para melhorar a fiscalização profissional dessas atividades contando com o apoio de outros órgãos. A presença de especialistas permite ao grupo aprofundar-se nas questões discutidas, aprimorando as propostas apresentadas.

Assuntos como o descarte de embalagens de agrotóxicos, a destinação de resíduos sólidos e a conservação de solos (incluindo-se aí as estradas rurais de terra) têm merecido a atenção do GTT.

Para setembro, está prevista a visita de um profissional do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias – inpEV, que cuida da destinação das embalagens de defensivos agrícolas pós-consumo, reforçando a ideia de responsabilidade compartilhada na gestão socioambiental e na sustentabilidade da agricultura brasileira.

“Hoje o Brasil tem a imagem de país que mais recolhe embalagens no mundo porque existe quem processe a embalagem. O problema não é recolher e guardar: a solução é o processamento. O inpEV conta com unidades de processamento em regiões estratégicas. É um caso de logística reversa que deu certo, eles se anteciparam à lei de resíduos sólidos”, finalizou Matheus.

Produzido pelo Departamento de Comunicação e Eventos do Crea-SP

Reportagem e fotos: Jornalista Perácio de Melo (DCEV/SUPCEV)


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