São Paulo, 06 de Setembro de 2010

Assassino de Valéria Colnago condenado a 22 anos de prisão

 

Réu confesso no assassinato da ex-inspetora-chefe da Unidade do Crea-SP em Tupã, arquiteta Aparecida Valéria Antonelli Colnago, o pedreiro Reginaldo Calil Sanches foi sentenciado a 22 anos de prisão, em regime fechado, pela autoria do crime praticado em 31 de agosto do ano passado.

 

O julgamento foi realizado no Fórum de Tupã em 12 de julho e o resultado foi lido pela juíza Josiane Patrícia Cabrini após nove horas de deliberação. Membros do Grupo de Trabalho Mulher Profissional do Crea-SP, as arquitetas Telma Terezinha Souza Ribeiro e Maria Alice Gaiotto acompanharam de perto o julgamento.

 

Reginaldo foi preso em sua própria residência dois dias após o crime. De acordo com dados da polícia, o pedreiro teria ido à casa de Valéria para tratar de uma suposta dívida. Após um desentendimento, o réu agrediu a vítima, empurrando-a e causando um ferimento em sua cabeça. Na sequência, com o intuito de fazê-la parar de se mover, sufocou a vítima e ainda aplicou dois golpes em sua cabeça com um enxadão de jardim. Usando o próprio veículo da arquiteta, o pedreiro guiou por uma estrada local e enterrou o corpo da vítima em uma mata, ao lado de um canavial. O veículo com alguns pertences de Valéria foi abandonado nas proximidades do Terminal Rodoviário de Tupã.


Arquitetas Telma e Maria Alice e eng. Luis Francisco Jordão, presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Tupã e Região
 

 

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