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Engenharia no Trabalho em Altura

Quedas em altura são uma das principais causas de acidentes de trabalho no Brasil, levando aproximadamente 15% das vítimas a óbito, segundo dados do Ministério do Trabalho – MTB.

No combate a essa triste realidade, tornam-se especialmente relevantes os sistemas de proteção que visam a prevenir as quedas com diferença de nível ou reduzir suas consequências. Fazendo a sua parte, o MTB elaborou o Anexo II da NR 35 – Trabalho em Altura – Sistemas de Ancoragem, publicado pela Portaria nº 1113, de 21 de setembro de 2016, apresentando novos conceitos, estabelecidos por normas técnicas nacionais e internacionais, sobre sistemas de ancoragem, com destaque para o Sistema de Proteção Individual contra Queda (SPIQ), que faz uso do cinturão de segurança conectado a um dispositivo de ancoragem.

Este trabalho tem por objetivo subsidiar os Profissionais Legalmente Habilitados (PLH) na correta interpretação do anexo supracitado, seja na elaboração de projetos ou quanto ao processo de fiscalização de suas atividades pelo Sistema Confea/Crea, visto que a atuação profissional é fundamental na prevenção de acidentes e na preservação da integridade física dos trabalhadores.

PLH é a nomenclatura usual nas Normas Regulamentadoras do MTB para designar o profissional que possui registro em específico Conselho de Classe, este definindo suas competências e atribuições.